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sábado, 29 de agosto de 2009

Prevenção de acidentes - bebês

Dicas de Prevenção

Cuidados com o bebê


Agora que vocês são pais, vocês provavelmente estão mais cuidadosos e querem proteger seus filhos de todas as ameaças que podem existir "lá fora". Mas, e os perigos que estão próximos ou em casa? Itens aparentemente inocentes, como a torneira do banheiro ou o botão perdido das suas camisas, de repente, têm uma grande importância, quando um bebê tem que ser cuidado. Até mesmo produtos feitos para ninar ou entreter sua criança podem, às vezes, ser perigosos.

Sabia mais sobre medidas de segurança que irão ajudá-lo a deixar o ambiente do bebê mais seguro.

Como proteger o seu bebê dos acidentes:



  • Bebês devem dormir em colchão firme de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta que estejam presos embaixo do colchão. O colchão deve estar bem preso ao berço (não mais que dois dedos de espaço entre o berço e o colchão) e sem qualquer embalagem plástica.


  • Seja especialmente cauteloso em relação aos berços usados. Procure berços certificados conforme as normas de segurança do Inmetro. Fique atento aos espaços das grades de proteção do berço, elas não devem ter mais que 6cm de distância entre elas.


  • Remova todos os brinquedos e travesseiros do berço quando seu bebê estiver dormindo, para reduzir o risco de asfixia.


  • Compre somente brinquedos apropriados para o seu bebê. Brinquedos pequenos e partes de brinquedos podem engasgar as crianças- verifique as indicações de idade do selo do Inmetro. Tenha certeza de que o piso está livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas, tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance de seu bebê.


  • Tenha certeza de que materiais de limpeza, remédios e vitaminas estão trancados e longe do bebê. Tire plantas venenosas do alcance.


  • Considere a compra de cortinas ou persianas sem cordas para evitar que crianças menores corram o risco de estrangulamento.


  • Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água. Esvazie-os logo depois de usá-los. Guarde baldes e recipientes de cabeça para baixo.


  • A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses a dois anos, são causadas por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes


  • Sempre teste a temperatura da água do banho, usando o dorso da mão ou o cotovelo, movimentando a água de um lado para o outro.


  • Evite carregar comidas ou bebidas quentes próximas de seu bebê.


  • Não use toalha comprida na mesa. O bebê pode puxá-la e derrubar utensílios e líquidos quentes.


  • Não use andador com rodas, prefira o cercado (chiqueirinho).


  • Instale telas ou grades nas janelas e sacadas. Nunca coloque berços ou outros móveis próximos de uma janela.


  • Procure adquirir móveis com pontas arredondadas ou considere o uso de pontas de silicone (protetores de quinas) vendidas em lojas especializadas de bebê.


  • Evite móveis com vidro ou outro material que possa quebrar e cortar.


  • Mantenha uma mão em seu bebê enquanto você troca as fraldas. Não deixe seu bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis.


  • Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta. Use a cadeirinha em todas as viagens, desde a saída da maternidade. Bebês devem viajar no bebê-conforto, instalado de costas para o movimento do veículo, até completarem um ano de idade e pesarem pelo menos 9 Kg. Nunca coloque a criança no banco da frente de um carro.

    Sufocação - pode ocorrer enquanto o bebê está dormindo, quando seu rosto fica encoberto no lençol, travesseiro ou outra roupa de cama macia. As grades do berço também podem ser uma ameaça causando mortes por estrangulamento e sufocação. Quando estão na fase de descobrir o mundo com a boca, os bebês ainda podem se engasgar com partes e/ou brinquedos pequenos, comidas e outros pequenos objetos.

    Envenenamento - Crianças com até dois anos de idade correm maior risco de um envenenamento não intencional. Produtos de limpeza e medicamentos são riscos significantes. Bebês podem se envenenar respirando a fumaça de fumos. Preste atenção com plantas, verifique antes de comprá-las se são seguras para suas crianças.

    Afogamento – grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, mesmo vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. A primeira causa de afogamento com crianças é a falta de supervisão – geralmente por questão de segundos.

    Veículos automotores – Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta.

    Quedas – Entre as principais associações de quedas com bebês estão os móveis, escadas e andador. Este último é responsável por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças entre 05 e 15 meses – a maior parte das lesões resultam de quedas em escadas ou simplesmente por tropeços quando estão no andador.

    Queimaduras – A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses a dois anos, são causadas por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas queimaduras tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes.

    Retirado do site:www.criancasegura.org.br

    Mala men.

    O assunto da aula era 'medo'.
    A professora começa perguntando...
    - Pedrinho, do que você tem mais medo?
    - Da mula-sem-cabeça, fessora.
    - Mas, Pedrinho, a mula-sem-cabeça não existe. É apenas uma lenda...
    Você não precisa ter medo.
    - Mariazinha, do que você tem mais medo?
    - Do saci-pererê, fessora.
    - Mariazinha o saci-pererê também não existe. É somente outra lenda...
    Você não precisa ter medo.
    - E você, Joãozinho? Do que tem mais medo?
    - Do Mala Men, fessora.
    - Mala Men? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Men?
    - Quem é eu também não sei, fessora. Mas toda noite minha mãe diz na
    oração: 'Não nos deixais cair em tentação e livrai-nos do 'Mala Men'.

    sexta-feira, 28 de agosto de 2009

    Neném não, mamãe!

    - Pedro, você é o bebezinho da mamãe?
    - Não!
    - Você não é o bebê da mamãe?
    - "Ança", mamãe!

    Com 02 anos já se diz criança, com 05 vai ser pré-adolescente!

    Coleira para criança? Você usaria em seu filho?



    Você, em sã consciência, colocaria uma coleira em seu filho sapeca?
    Quando eu tive o Pedro já havia visto essa coleirinha e achei o máximo!
    Meu marido dizia: "imagina", "nunca"... para quem eu contava achava um verdadeiro absurdo.
    O Pedro, então, começou a dar seus passinhos...em poucos dias estava correndo para todo lado.
    Quando saía com ele na rua era um aperto; ele queria só correr. Se eu tivesse que entrar em uma loja ele dava um jeito de soltar de minha mão e, em questão de segundos, corria para a calçada.
    Falei para o papai que 'tava difícil! Pensamos em um pulseira com alça comprida e velcro que coloca no pulso da criança...o Pedro tiraria aquilo do braço sem pensar.
    E a coleira? Vamos usar apenas quando estivermos em pequenas aglomerações como shopping, lojas cheias...ok. Comprei. A primeira vez que usei nele, nós dois (Pedro e eu), estávamos na região da 25 de março, na capital paulista. Ele odiou! Eu adorei! Senti uma liberdade que há tempos não sentia. Minhas mãos livres para carregar sacolas, o Pedro correndo mas com limite.
    Outra vez. Coloquei num shopping. Não passou 01 pessoa por nós que não nos olhasse. Torciam o pescoço para ver-nos. Eu me senti desfilando. O Pedro nem reclamou tanto...melhor correr com limite do que não correr, certo?
    Outra experiência, dessa vez um shopping mais "chique". A mesma reação das pessoas.
    Nas duas experiências em shoppings muitas pessoas nos paravam para perguntar onde eu comprara o acessório.
    Muitas críticas, muitos elogios, muitas perguntas. Se, cada vez que eu sair com o Pedro eu levar 10 unidades...vendo todas! Era o que eu deveria fazer mesmo...

    Hoje, é raro utilizar a tal coleira porque meu Pedro já está devidamente ensinado e se faz traquinagens é de maneira consciente. Mas já coloquei nele em plena feira livre da rua debaixo.
    Recomendo. Os pais não ficam tão preocupados quando o filho chega perto de escadas rolantes, quando quer entrar em alguma loja ou sair em disparada na calçada em direção à rua: qualquer coisa é só puxar a corda! Sutilmente porque trata-se do próprio rebento.
    As avós, que outrora critcaram de forma negativa, depois que viram o resultado, aplaudiram a iniciativa. O papai também. É seguro tanto para os pais que não precisam ficar como doidos correndo e gritando atrás da criança achando que ela pode se perder ou se machucar, quanto para a própria criança que tem uma certa liberdade para correr sem ser desobediente nem levar puxões de orelha.

    Pedro no Zoo...na coleira, conduzido pela avó.



    quinta-feira, 27 de agosto de 2009

    No supermercado...

    Em um supermercado em Sorocaba. O Pedro (com 02 anos e 02 meses) sentado na cadeira do carrinho de metal:
    - "Mamãe, qué pegá"...erguendo as mãozinhas para o alto.
    - Pegar o quê, filho?
    - "Dadô mamãe!"...ventilador que só ele enchergava.
    Olhei para o alto (sem ver ventilador algum no teto) e respondi:
    - "Filho, ele está muito alto. Como que você vai conseguir pegar?"
    O Pedro olhou nos meus olhos e disse:
    -" Pedro voa mamãe".
    Só me restou abraçá-lo e dizer que o Pedro não voava não porque não era passarinho.
    Esse é o meu Pedro!


    quarta-feira, 26 de agosto de 2009

    terça-feira, 25 de agosto de 2009

    Filho é bom, mas dura muito!

    Texto do escritor Mário Prata.


    Aproveita agora, porque depois que o seu filho nascer, você nunca mais vai ter sossego na vida. Você nunca mais vai dormir.
    Aproveita agora, que ele ainda não term cólicas noturnas e ainda mama nas horas certas, porque depois a sua vida se transformará num verdadeiro inferno noturno.
    Aproveita agora, que os dentinhos dele não começaram a nascer e, quando isso acontecer, não vai ter Nenedent que acalme nem ele nem você.
    Aproveita agora, enquanto ele não engatinha, porque quando começar a arrasar a casa e a derrubar cadeiras e bibelôs e lustres e a comer jornal, só vai dar dor de cabeça.
    Aproveita agora, antes que ele comece a andar. Aí acaba o sossego. É o perigo dele bater a cabeça nas quinas das mesas, cair e meter a boca no chão, puxar panela no fogão. É um transtorno, filho andando. Ele correndo pela casa e você atrás.
    Aproveita agora, enquanto ele ainda não está na fase do "Por que?", porque depois você não vai conseguir ler nem jornal nem livro e nem ver televisão. E vai ter que explicar sempre o inexplicável
    Aproveita agora, que ele ainda não sabe ler e pedir o que quiser no restaurante. A única vantagem é você não precisar ficar traduzindo os filmes para ele.
    Aproveita agora, enquanto você programa as férias dele e ele ainda não ouviu falar na Disneyworld, porque você vai ter que pegar filas de duas horas e enfrentar montanhas russas no escuro.
    Aproveita agora, que ele ainda não é tarado por música, porque quando ele resolver ouvir "música" na sua casa - com ou sem os amigos -, até os vizinhos mais simpáticos irão reclamar. E não pense que ele vai tocar aquelas músicas do seu tempo, não.
    Aproveita agora, que ele ainda não entrou na adolescência. Pois, quando entrar, você nunca mais vai ter sossego, nunca mais vai dormir. Não se esqueça da íntima relação entre a palavra adolescência e adoecer. Não ele, mas sim você.
    Aproveita agora, que ele ainda não está nem fumando maconha e nem acabando com o seu uísque e aquela cervejinha que você tinha certeza que estava na geladeira te esperando do trabalho.
    Aproveite agora, que ele ainda não está andando em más companhias, porque você vai ter que aturar figuras saídas sabe-se lá de onde, com cabelos, brincos e tatuagens que você jamais poderia imaginar um dia conviver.
    Aproveita agora, que ele ainda não tomou nenhuma bomba e você ainda acha que ele é tudo que você sonhou, porque quando ele repetir de ano você fará - para você mesmo - a eterna pergunta: meu Deus, onde foi que eu errei?
    Aproveita agora, que ele ainda não decidiu que faculdade cursar, porque a escolha dele não vai nunca coincidir com os planos que você fazia para ele, quando ele ainda engatinhava.
    Aproveita agora, que ele ainda não entrou na faculdade, porque quando entrar vai pedir um carro para ele ou usar o seu.
    Aproveita agora, que ele ainda avisa quando vai dormir fora de casa. e você pode dormir sossegado e não pensar em ligações desagradáveis para a polícia, o hospital e, o pior de tudo, para o IML.
    Aproveita agora, que ele ainda não se casou, porque depois ele nunca mais vai te visitar, a não ser para pedir dinheiro emprestado.
    Aproveita agora, enquanto ele ainda não tem filhos, porque quando tiver é você quem vai tomar conta deles nos fins de semana. Seu sossego chegará ao fim, logo agora que você se aposentou.
    Aproveita agora, que ele ainda não se separou da primeira esposa, pois quando isso acontecer ele virá morar novamente na sua casa.
    Aproveita agora, que ele ainda te ajuda com um dinheirinho, porque a sua aposentadoria não dá para nada, pois a segunda mulher dele vai ser contra a ajuda.
    Aproveita agora, porque ele está pensando em te colocar num asilo de velhinhos.

    PS - A frase do título é do Marcelo von Zuben, dentista brasileiro que mora em Portugal, pai do Murilo e da Úrsula.

    Essas crianças...

    Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
    Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

    Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.